Mostrando postagens com marcador concursos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador concursos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Mortes em estradas federais caem 18% no país durante carnaval, diz PRF

Mortes em estradas federais caem 18% no país durante carnaval, diz PRF

Número é comparado com o mesmo período de 2011.
Balanço foi divulgado nesta quinta-feira (23) em Contagem.

 

Foto: Pedro Cunha/Portal G1
O número de mortes nas estradas federais de todo o Brasil caiu 18,1% durante o carnaval de 2012, em relação ao mesmo período de 2011. Os números foram divulgados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nesta quinta-feira (23) em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Em 2012, foram 176 mortes contra 216 do ano passado.
De acordo com os dados da PRF, o número de acidentes e feridos também diminuiu em relação a 2011. Foram 3.346 acidentes em 2012 contra 4.312 no ano passado. Ainda de acordo com o balanço nacional, 2.001 pessoas ficaram feridas neste ano contra 2.690 em 2011.
Neste carnaval, 154 mil veículos foram fiscalizados, quase o dobro do ano passado, 81 mil. Mesmo com o aumento das fiscalizações, o número de autuações e prisões não aumentou na mesma proporção. Em 2012, foram 1.319 autuações e 494 prisões contra 1.049 e 479, consecutivamente, em 2011.
O coordenador-geral de Operações Nacional, Giovanni de Mambro, falou na entrevista coletiva que a diminuição do número de acidentes é resultado de iniciativas conjuntas da PRF e do Governo Federal. “Integração com outras agências, otimização do nosso efetivo em pontos, locais e horários estratégicos. Campanhas de conscientização, campanhas de sensibilização ao uso de bebidas alcoólicas e uma fiscalização muito pesada”, relatou.

A diretora-geral da PRF, Maria Alice Nascimento Souza, acrescentou ainda que a Operação de Carnaval foi conjunta, incorporando todas as polícias que estão ligadas à área de trânsito, como guardas municipais, além das polícias Militar e Civil.


Melhores resultados
Santa Catarina é o estado que teve a maior redução do número de mortes, foram 36 no ano passado e sete neste ano. Segundo a PRF, o aumento na fiscalização, o deslocamento de policiais de áreas de menor movimento para as mais movimentadas e campanhas de trânsito contribuíram para a redução dos números.
Minas Gerais é o estado que registrou a maior redução no número de acidentes, tendo a maior malha viária do país. Foram 495 ocorrências em 2012, contra 905 no ano passado. No estado, 24 pessoas morreram nas estradas federais neste carnaval. Em 2011, a PRF registrou 30 mortes. O número de feridos também diminuiu, passando de 574 no ano passado para 307 neste ano.

Minas Gerais
Foram fiscalizados no estado, 21.183 veículos. Este número é 50% maior que o do ano passado. A PRF realizou 4.304 testes de bafômetro e autuou 113 motoristas. A conscientização dos motoristas mineiros foi apontada pela polícia como um fator que ajudou na diminuição dos índices no estado.


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

ONG diz que milícias que ajudaram a derrubar Khadafi espalham violência na Líbia

ONG diz que milícias que ajudaram a derrubar Khadafi espalham violência na Líbia

Agência Brasil

A organização não governamental (ONG) de direitos humanos Anistia Internacional informou hoje (16) que milícias da Líbia, que ajudaram a derrubar o governo do ex-presidente Muammar Khadafi, espalham uma onda de violência e medo no país.

De acordo com a ONG, os grupos armados ameaçam a estabilidade política da Líbia, que está sob o governo interino liderado pelo Conselho Nacional de Transição (CNT). Segundo os integrantes da organização, as milícias promovem julgamentos sumários, cometendo torturas, e matam antigos colaboradores de Khadafi.

Pelos dados da ONG, os alvos são os imigrantes de alguns países da África, principalmente o Níger – para onde a família de Khadafi fugiu quando os embates se intensificaram na Líbia. A Anistia Internacional informou que o governo interino tem responsabilidade nos ataques ao não agir para preveni-los nem para contê-los.

*Com informações da BBC Brasil//Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC
 
 

Publicado em: 16/02/2012
Imprimir

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Especialistas: pacote não salva Grécia

Especialistas: pacote não salva Grécia

Novo pacote pode ampliar crise na Grécia
Autor(es): agência o globo:Fabiana Ribeiro*
O Globo - 14/02/2012
Cortes de gastos do governo devem frear ainda mais a atividade econômica e segurar a demanda, afirmam analistas

ATENAS. A crise grega está longe de terminar. O pacote de austeridade fiscal aprovado pela Grécia não deve ser suficiente para tirar o país da atual crise, afirmam especialistas. As duras medidas anunciadas pelo governo - que pretende cortar 3,3 bilhões em gastos apenas neste ano - podem deteriorar ainda mais os indicadores econômicos e ampliar os protestos da população. Também estão previstos cortes de salários e pensões, além de demissões de funcionários públicos. O pacote visa a acalmar os ânimos dos credores e, assim, garantir a liberação do segundo socorro financeiro de 130 bilhões da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). A Grécia precisa dos recursos internacionais antes de 20 de março para pagar dívidas de 14,5 bilhões ou enfrentaria um calote que poderia abalar toda a zona do euro. Milhares de gregos foram, mais uma vez, às ruas para protestar contra o governo, incendiando prédios e lojas e saqueando estabelecimentos comerciais.
- A Grécia está longe de sair da crise. O país está comprando tempo e, dessa maneira, adia a solução do seu problema, que vai ficando cada vez pior. A situação é dramática e se complica, porque a ajuda financeira vai exigir, além da austeridade aprovada, um comprometimento político do novo primeiro-ministro do país. As eleições serão agora em abril - disse Mônica de Bolle, economista da Galanto.
UE: expectativa de o país apresentar mais cortes
E o governo grego continua sob pressão para convencer os céticos da zona do euro sobre implementação dos termos do pacote aprovado pelos legisladores. "As promessas da Grécia não são mais suficientes para nós", afirmou o ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schaeuble, em entrevista publicada no jornal "Welt am Sonntag". A Grécia precisa evitar um calote desordenado ou terá de enfrentar "consequências devastadoras", afirmou, por sua vez, o comissário de Assuntos Econômicos da UE, Olli Rehn. Ele também se disse confiante de que o premier Lucas Papademos apresentará, até amanhã, cortes adicionais de 325 milhões. A UE e o FMI afirmaram que os empréstimos serão liberados somente com o compromisso claro de líderes políticos gregos de que vão implementar as reformas - e isso independentemente de quem vença as próximas eleições. O mandato atual, liderado por Papademos e constituído em novembro, tecnicamente poderia prosseguir até outubro de 2013.
Monica acredita que, sob os efeitos das medidas de austeridade, a economia grega pode levar um tombo de 6% neste ano - bem mais do que os 2,5% de queda no Produto Interno Bruto (PIB, conjunto dos bens e serviços produzidos no país) já esperados pelo governo. Segundo Antônio Correa de Lacerda, especialista da PUC-SP, as medidas de austeridade vão esfriar ainda mais o nível de atividade econômica e a demanda.
- Ao restringir a demanda, o que se verá é um aprofundamento da crise - resumiu ele.
Saída da zona do euro deixaria Grécia sozinha
Diante da aprovação do pacote de austeridade, os ministros das Finanças da zona do euro (Eurogrupo) vão se reunir amanhã para acertar os termos do acordo de troca de dívida da Grécia, disseram ontem fontes próximas às negociações. Se não houver mais atrasos no processo, a expectativa é de que os credores da Grécia assumam uma perda líquida de 70%, segundo fontes que falaram à Reuters. Os termos incluirão uma nova taxa de juros média de 3,5% para os credores e uma garantia adicional atrelada ao crescimento grego. Isso dará aos investidores algum potencial de alta dos títulos, se a posição econômica do país melhorar, mas esse efeito será limitado, acrescentou uma das fontes.
A perda de confiança na Grécia vem dando mais voz à defesa de que o país saia da zona do euro. Seria um erro, avaliou Lacerda. Em sua opinião, integrar a zona do euro garante uma retaguarda, um apoio financeiro para as crises. Sair é ficar só, continuou ele. Mônica concorda:
- O custo de sair da zona do euro seria muito elevado para a Grécia. Não seria esse movimento que deteria essa crise.
A UE se volta para a Grécia numa tentativa de evitar um caos financeiro ainda maior na região. Portugal, na visão de analistas, pode ser o próximo a sofrer as consequências de uma turbulência mais forte.
- A boa vontade com os portugueses é maior. Em primeiro lugar, Portugal já vem implementando medidas de austeridade, e isso passa mais confiança aos credores. Em segundo, uma crise em Portugal pode chegar rapidamente à economia da Espanha, o que, claro, é um problema mais grave do que a crise grega.

Conflitos Brasiguaios X Carperos

Sem-terra paraguaios cobram do governo solução para terras onde estão agricultores brasileiros

Foto: Divulgação
Monica Yanakiew - Correspondente da EBC na Argentina

Os carperos (sem-terra paraguaios) deram esta semana um ultimato ao governo do presidente Fernando Lugo: querem uma solução para a questão das terras ocupadas há décadas por colonos brasileiros. “As terras foram adquiridas ilegalmente e precisam ser restituídas ao Estado”, disse à Agência Brasil, Federico Ayala, um dos líderes dos carperos. “Caso contrário, vamos fazer uma ocupação massiva, e vamos mobilizar também os motoristas de caminhão, que apoiam nossa causa, para bloquear as estradas”.

Segundo Ayala, existem 9 mil famílias de carperos acampadas em uma faixa de terra, por onde passam as torres de transmissão de energia, no município de Nanducay

O governo paraguaio informou que a Justiça está examinando os títulos das terras, apresentados pelos colonos brasileiros, para determinar sua legalidade. Os que estiverem ocupando terras ilegalmente podem perder suas propriedades. Mas, até a decisão judicial, cabe ao Poder Executivo proteger a propriedade privada.

“Vivemos um clima de incerteza e de tensão, que é prejudicial para a produção agrícola. Estamos colhendo com escolta policial. Mas quem vai continuar investindo nas terras sem saber se vai ser invadido ou se poderá transportar os produtos para serem comercializados ou exportados?”, declarou à Agência Brasil o produtor brasileiro Elói Walter. “Temos medo da violência porque os dois lados estão armados, e qualquer chispa pode desencadear uma tragédia”.

A história do conflito de terras, na fronteira do Paraguai com o Brasil, remonta à ditadura do general Alfredo Stroessner (1954-1989). Ele queria desenvolver a região do Alto Paraná e incentivou colonos brasileiros a ocupá-las, vendendo terras fiscais a preços acessíveis. Nas últimas quatro décadas, os brasiguaios (como são chamados os colonos brasileiros que se estabeleceram no Paraguai) investiram na produção agrícola, principalmente na lavoura de soja.

O Paraguai é hoje o quarto maior produtor mundial de soja, mas os paraguaios reclamam que essa riqueza não beneficia a população local: 80% das terras paraguaias estão nas mãos de 2% da população, segundo o governo, que quer promover uma reforma agrária. Um dos maiores proprietários de terras do país é o brasileiro Tranquilo Favero, que está no Paraguai há quatro décadas e naturalizou-se paraguaio.

“Muitos colonos brasileiros não têm culpa: foram usados por Favero, como laranja. Exploram terras que, na verdade, são dele”, disse Ayala. Mas Elói Walter assegura que os títulos dos brasileiros são legais e muito dinheiro foi investido nelas. “Eram terras improdutivas, que nós trabalhamos durante anos, até torná-las produtivas”, declarou. “É o meu caso. Vim para cá há 34 anos, graças à política de incentivo de Stroessner. Tinha acabado de passar no vestibular para medicina, e larguei tudo para começar do zero. Casei e tenho filhos e netos nascidos no Paraguai. Não é justo que agora queiram tirar tudo que construímos”, disse.

As invasões de terras começaram em 2011, mas nos últimos meses aumentaram. O governo paraguaio está enviando policiais à região para proteger os colonos e impedir novas invasões. Mas, segundo Ayala, essa situação não pode continuar assim por muito tempo. Se a Justiça demorar para resolver o problema, eles vão voltar a invadir as terras.

“Será uma invasão ordenada. Permitiremos aos brasileiros colherem o que já plantaram, mas não deixaremos que plantem mais ou que transportem suas mercadorias até resolver a questão”, disse Ayala.

Edição: Aécio Amado

Fonte: EBC
 
 


Publicado em: 14/02/2012

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Síria diz que pedido da Liga Árabe por missão de paz é "histeria"

Síria diz que pedido da Liga Árabe por missão de paz é "histeria"

Da BBC Brasil

A Síria rejeitou nesse domingo (12) a decisão da Liga Árabe de pedir ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) uma missão de paz conjunta entre as duas organizações para pôr fim à violência no país. A decisão foi tomada em reunião de ministros das Relações Exteriores da liga no Cairo, a capital egípcia, uma semana depois que uma resolução do Conselho de Segurança foi vetada pela Rússia e pela China.

O embaixador sírio na Liga Árabe, Youssef Ahmad, rejeitou a decisão e disse que ela "reflete a histeria desses governos" após tentativa fracassada de conseguir o apoio do Conselho de Segurança.

Os ministros reunidos no Cairo também concordaram em cortar toda a cooperação com o governo sírio e abrir um canal de comunicação com a oposição no país.

O secretário-geral da Liga Árabe, o general Nabil El Arabi, disse na reunião que é chegado o momento de uma ação decisiva para acabar com o sofrimento do povo sírio.

A liga retirou sua missão observadora da Síria no mês passado, já que o governo do presidente Bashar Al Assad continuou com a violenta repressão aos protestos, mesmo na presença dos monitores.

Em comunicado divulgado após a reunião na capital egípcia, representantes dos países da Liga Árabe disseram que iriam "pedir ao Conselho de Segurança da ONU uma decisão sobre a formação de uma missão de paz conjunta para supervisionar a implementação de um cessar-fogo". O comunicado pediu ainda a "abertura de canais de comunicação com a oposição síria e o fornecimento de todas as formas de apoio político e material a ela".

Um representante da liga disse à BBC que a resolução foi aprovada pela maioria dos ministros das Relações Exteriores da organização.

Fonte: EBC
 
 

Publicado em www. abin.gov.br 13/02/2012

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Questões de Atualidades - Parte 2 ( em breve gabarito comentado)

1) A polêmica em torno do Código Florestal, que reúne um conjunto de leis que visam à preservação de florestas, como limites para exploração da vegetação nativa e a definição da chamada Amazônia Legal, opõem diferentes interesses de setores da sociedade brasileira, envolvendo principalmente os interesses:

a) ruralistas e industrialistas;
b) industrialistas e ambientalistas;
c) indígenas e ambientalistas;
d) ruralistas e ambientalistas;
e) oposicionistas e situacionistas.


2) Analise as afirmações seguintes e assinale a correta:

I – Estima-se que 90% dos produtores estejam em situação irregular no país;
II – O atual código propõe o recrudescimento das regras de plantio, sobretudo nas margens de rios e para reflorestamento;
III- As maiores polêmicas encontram-se em torno das Áreas de Preservação Permanente (APP’s), das Reservas Legais, e da anistia para os grandes proprietários.

a) apenas I;
b) apenas II;
c) apenas III;
d) apenas I e II;
e) apenas I e III.

3) O recente terremoto seguido de Tsunami em Fukushima além de abalar a terra e a economia japonesa colocou o mundo em alerta, novamente, como já experimentado em Tchernobill, para os riscos da energia nuclear.

Sobre esse assunto analise as afirmativas a seguir e assinale a correta:

I - A Alemanha e a França, países europeus que estão entre os que mais utilizam a energia nuclear, já anunciaram planos para o fechamento de todas as suas usinas até 2022.
II – No caso específico da Alemanha, a pressão do Partido Verde foi decisiva para o fechamento das usinas, levando o Partido Democrata Cristão, da chanceler Angela Merkel, a uma contundente derrota legislativa.
III – A França, país europeu que mais depende da energia nuclear, logo que 80% da energia elétrica é baseada nessa fonte, não sinaliza uma diminuição dessa dependência para um futuro próximo.
IV – Na França, ao contrário da Alemanha, o “efeito Fukushima” foi minimizado pelo governo francês.
a) apenas I;
b) apenas I e II;
c) apenas II e III;
d) apenas I e III;
e) apenas III e IV.


4) Analise as afirmativas a seguir e assinale a correta:

I – Os recentes deslizamentos das encostas de morros que causaram centenas de mortes na serras do Rio de Janeiro, entre outros fatores, podem ser ligados ao fenômeno dos “extremos climáticos”.
II – Fortes chuvas, condições geológicas específicas, e ocupação irregular do solo, estão entre os fatores que explicam o desastre.
III – Catástrofes climáticas, já habituais no Brasil, como o “Furação Catarina”, e seguidos deslizamentos de encostas de morros, expõe a falta de infra-estrutura adequada para enfrentar o problema.

a)apenas I;
b)apenas II;
c)apenas III;
d) apenas II e III;
e) I, II, e III.




5) A chamada “guerra cambial” é um conjunto de medidas econômicas que visa enfraquecer a moeda nacional para tornar os produtos para exportação mais baratos no mercado internacional, assim ganhando em competitividade.

Sobre esse tema analise as afirmativas a seguir e assinale a correta:

I – os maiores protagonistas da “guerra cambial” são os países emergentes, tais como o Brasil, China, índia e África do Sul.
II – Os EUA condenam a prática da “Guerra cambial”, pois o país perde fatias importantes do mercado mundial, logo que seus produtos, de melhor qualidade, permanecem mais caros.
III – Ao colocar mais dólares no mercado, o EUA reagiu a “Guerra cambial”, mostrando claramente com essa medida a valorização de sua moeda.
IV – Na recente reunião do G-20, grupo das 20 maiores economias do mundo, que discutiu a “guerra cambial”, a pressão recaiu sobre a China, logo que os signatários defenderam mudança do câmbio chinês de fixo para livre. O que a levaria a valorização da sua moeda.

a) apenas I;
b) apenas II;
c) apenas III;
d) apenas IV;
e) Todas as alternativas estão corretas.

6) A queda de Strauss-Kahn da chefia do FMI deflagrou uma intensa disputa pela chefia do órgão.

Analise as afirmações a seguir e assinala a opção correta:

I – Christine Lagarde, Ministra das Finanças da França foi a única a oficializar sua candidatura que conta com amplo apoio mundial.
II – Países emergentes querem concorrer ao cargo como forma de sinalizar sua crescente participação na economia mundial.
III – o governo brasileiro, para ampliar as rodadas de discussão, propôs um mandato provisório, defendendo a tese de que em 2012 deveria ter eleição para o cargo.
IV – o governo brasileiro apóia a candidatura de Christine Lagarde de forma incondicional.

a) apenas I;
b) apenas II;
c) apenas I e IV;
d) apenas II e III;
e) apenas I, III e IV



7) O Ministério da Educação (MEC) recentemente vem enfrentando muitas críticas de diversos setores da sociedade brasileira. As mais recentes são:

I – escândalos envolvendo as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM);
II – a polêmica distribuição do livro didático de português “Por uma vida melhor” que apresenta sérios problemas gramaticais;

III – A mudança da estrutura do ensino fundamental reduzindo um ano de estudo.
IV – O veto da Presidente Dilma para a distribuição de um material sobre homofobia.

Existem quantas afirmativas corretas:

a)    Apenas uma.
b)    Apenas duas.
c)    Apenas três.
d)    Todas estão corretas.
e)    Nenhuma está correta.



8) A atual crise financeira que afetou à União Europeia abalou a confiança dos mercados financeiros internacionais com relação ao bloco. Muitos analistas afirmam que é um efeito reflexo da crise americana de 2008, e que tal efeito se faz sentir de forma mais aguda nos países mais frágeis economicamente do bloco. Dentre esses países, a atual crise européia afetou, principalmente:

a)    Turquia, Grécia e Portugal;
b)    Portugal, Espanha e França;
c)    Grécia, Portugal e Irlanda;
d)    Islândia, Grécia e Portugal;
e)    Espanha, Grécia e França.

9) A entrada da OTAN, e a implementação da ONU de uma área de exclusão aérea na região, parece ter tornado a crise mais aguda.  Agora o conflito é entre a situação, a oposição, e integrantes da OTAN, que se enfrentam nas principais ruas do país. Desde o início das atuais Revoltas Árabes, deflagradas a partir de janeiro de 2011, essa é a qual o conflito persiste há mais tempo.

O texto refere-se à:
a)    Revolução do Jasmin, na Tunísia, e a tentativa de derrubar seu presidente Zine Al-Abidine Ben Ali, após as denúncias de corrupção do seu governo;
b)    ditadura iemita de Ali Abdullah Saleh, e o seu suposto apoio a Al-Qaeda;
c)    ditadura egípcia de Hosni Mubarak, que controla a passagem da região para a Faixa de gaza;
d)    ditadura  de Gaddafi, e a Guerra Civil que aflige a Líbia;
e)    oposição Talibã, no Afeganistão, à ação americana que desencadeou a morte de Osama Bin Laden.

10) “A notícia se tornou pública e mundial demonstrando uma nova fragilidade do governo e das instituições brasileiras”.
A citação pode se referir mais adequadamente à:
a)    Aos ataques direcionados por Hackers aos sites do governo, ao Portal Brasil, a Receita Federal, e ao IBGE;
b)     A demissão do Ministro Pallocci, acusado de enriquecimento ilícito ao multiplicar por 20 seu patrimônio entre o período de 2006 e 2010;
c)    Aos conflitos entre indígenas e garimpeiros nas reservas indígenas, como é o caso da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraíma;
d)    Aos recentes escândalos sobre biopirataria e uma complexa rede de venda de patentes envolvendo laboratórios multinacionais, ONG’s, indígenas e governo;
e)    Aos desvios de verba pública através de favorecimentos nas licitações envolvendo as obras da Copa de 2014.

11) O terremoto seguido de tsunami que afetou o Japão traz novamente à tona o debate mundial envolvendo o uso da Energia Nuclear. Nesse sentido, e a partir dos desdobramentos imediatos da crise japonesa, NÃO é correto afirmar:
I – Que a Alemanha aprovou a suspensão do seu programa nuclear até 2022;
II – Que o governo francês condenou o uso da energia nuclear, prevendo também a suspensão do seu programa;
III – Que o Brasil, após o desastre japonês, pretende suspender as obras de Angra III e desativar gradualmente Angra I e Angra II.
a)    Apenas I;
b)    Apenas II;
c)    Apenas III;
d)    Apenas I e III;
e)    Apenas II e III.
12) Em termos de política externa, o governo de Dilma continua sendo criticado por posições adotadas ainda no governo anterior. Entre essas posições uma gerou significativo protesto no Parlamento Europeu:
a)    O não reconhecimento por parte do Brasil da independência do Sudão do Sul;
b)    Os entraves comerciais e políticos para a entrada da Venezuela no MERCOSUL;
c)    A manutenção do status de refugiado político ao italiano Cesare Battisti;
d)    O apoio a China dentro dos debates da OMC;
e)    O apoio a candidatura mexicana representativa dos países emergentes para o FMI.

13) A polêmica em torno do Novo Código Florestal, que reúne um conjunto de leis que visam à preservação de florestas, como limites para exploração da vegetação nativa e a definição da chamada Amazônia Legal, opõe ruralistas e ambientalistas em diversos pontos, dentre eles:
I – Anistia para os desmatadores ao propor a autonomia da definição das APPS (Áreas de Preservação Permanentes) para os Estados;
II – Produtores rurais com até 4 módulos fiscais ficam isentos de recompor a reserva legal;
III – A mudança de 30m para 15m de recomposição da APPS nas margens dos rios.
Está correta a assertiva:
a)    Apenas I;
b)    Apenas II;
c)    Apenas III;
d)    Apenas I e II;
e)    I, II e III.
14) O Censo 2010 confirma a tendência de envelhecimento da população brasileira. Os dados indicam que o Brasil deixará de ser um país jovem em 30 anos passando a ser um país adulto. Segundo o Censo os fatores de envelhecimento da população seriam:
I – Aumento da expectativa de vida;
II – Redução da taxa de fecundidade;
III – Movimentos migratórios.
Está  correta a assertiva:
a)    Apenas I;
b)    Apenas II;
c)    Apenas III;
d)    Apenas I e II;
e)    I, II e III
15) Um recente escândalo envolveu o alto escalão governamental brasileiro. As acusações foram de corrupção e favorecimento em licitações de obras públicas, o que levou a importantes mudanças na cúpula governamental e afetou diretamente um dos partidos da base aliada, o Partido da República (PR).
O texto faz referência à:
a)     A crise entre governo e base aliada sobre as licitações de obras da Copa de 2014;
b)     A crise do Ministério dos Transportes, que derrubou o então Ministro Alfredo Nascimento, entre outros altos funcionários;
c)    As acusações de enriquecimento ilícito contra o então Ministro da Casa Civil Antônio Pallocci;
d)    As polêmicas que envolveram a base aliada e a oposição sobre o Novo Código Florestal;
e)    As divergências entre o governo Dilma e o Ministério Público sobre a execução do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
16) BRIC é a sigla criada em 2001 pelo economista Jim O’Neill, do Grupo Goldman Sachs, para designar os quatro principais países emergentes no mundo, Brasil, Rússia, Índia e China. Entretanto, recentemente o BRIC ganhou um novo membro passando a ser chamado de BRICS. Esse novo membro é:
a)    Venezuela;
b)    Sudão;
c)    Arábia Saudita;
d)    África do Sul;
e)    Síria.
17) Uma série de crises ministeriais tem marcado o governo Dilma. Após a queda de Pallocci, da Casa Civil, seguiram-se outras alterações ministeriais. Como é o caso de,
I – a crise no Ministério dos Transportes, que levou a queda do Ministro Alfredo Nascimento;
II – a crise no Ministério da Agricultura, que levou a demissão do Ministro Wagner Rossi;
III – a crise no Ministério da Fazenda, que levou a demissão no Ministro Guido Mantega.
IV – a crise no Ministério do Turismo, que levou a demissão do ministro Pedro Novais.

Esta (ão) correta (s)

a)    Apenas uma;
b)    Apenas duas;
c)    Apenas três;
d)    Todas estão corretas
e)    Nenhuma está correta.
18) A nova crise ministerial afeta um ministério que está em evidência recentemente devido as discussões da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016 no Brasil. Trata-se do ministério:
a)    da Integração e do Desenvolvimento Social;
b)    da Fazenda;
c)    do Planejamento;
d)    dos Esportes;
e)    das Cidades.
19) "Mais do que um movimento reivindicatório, é uma manifestação das crises estruturais e uma luta social". A crise de segurança pública atestada no Brasil ganha novos contornos recentemente, dentre os casos atuais é correto citar:
 I - A retirada definitiva das Unidades de Pacificação Permanente (UPP) do Complexo do Alemão no Rio de Janeiro.
II- A atual greve dos agentes penitenciários e a liberação massiva de presos em São Paulo.
III - A greve e as manifestações dos bombeiros no Rio de Janeiro.
IV - Os conflitos entre Policiais Militares e as tropas de segurança do Exército na Bahia.
Esta (ão) Correta (s) a(s) alternativa(s)
a) Apenas I;
b) Apenas II e III;
c) Apenas III, e IV.

d)  Apenas I, II e III.
e) Todas as alternativas estão corretas

20) A região já foi palco há 30 anos de um conflito armado que envolveu a disputa pelo controle territorial. Recentemente, acusações mútuas de colonialismo e barreiras comerciais tensionaram novamente os rivais. Sobre essa disputa entre Argentina e Inglaterra pelas Ilhas Malvinas é correto afirmar:
I - A Argentina ameaça levar a questão a ONU acusando a Inglaterra de militarização no Atlântico Sul;
II - A Argentina reivindica a soberania do território, com apoio do Brasil e dos EUA, apesar da Inglaterra compreender as Malvinas como um território ultramarino britânico desde a vitória na guerra de 1982;
III - A Inglaterra explora petróleo na região desde 2009, o que gerou reação do governo Argentino com apoio do Brasil e da Venezuela.
IV - A maioria dos habitantes das Malvinas são britânicos e a polêmica com a Argentina vem sendo capitalizada politicamente pelo primeiro ministro David Cameron no momento de crise européia.
Esta (ão) Correta(s) a(s) alternativa(s):
a) Apenas I;
b) Apenas II e III;
c) Apenas II, III e IV.
d) Apenas I, III, e IV
e) I, II, III, IV.


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Presidente da Autoridade Nacional Palestina dirige governo de transição que vai preparar eleições

Presidente da Autoridade Nacional Palestina dirige governo de transição que vai preparar eleições

Da Agência Lusa

O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmud Abbas, vai dirigir um governo transição encarregado de preparar as eleições. É o que prevê acordo assinado hoje (6) por Abbas e pelo chefe do Hamas, Khaled Mechaal.

O acordo, assinado na presença do emir do Catar, xeque Hamad Ben Khalifa Al Thani, prevê "a formação de um governo de unidade nacional dirigido pelo presidente Mahmud Abbas e formado com tecnocratas independentes" para preparar as eleições legislativas e presidenciais e supervisionar a reconstrução de Gaza.

O texto não especifica a data para a realização das eleições, inicialmente previstas para maio. As últimas eleições palestinas ocorreram em janeiro de 2006. O Hamas ganhou as eleições e assumiu o controle da Faixa de Gaza em junho de 2007.



Publicado em: 07/02/2012

Confrontos na Bahia

Confrontos na Bahia


Autor(es): » RENATA MARIZ » EDSON LUIZ
Correio Braziliense - 07/02/2012

Para evitar que a revolta dos policiais da Bahia se alastre por outros estados, o Palácio do Planalto deve aumentar o efetivo de tropas em Salvador, forçar o fim do movimento e restabelecer a ordem. Ontem, soldados do Exército e manifestantes entraram em choque. Familiares dos grevistas, entre eles crianças, também estão acampados no prédio da Assembleia Legislativa


Tropas federais dão demonstração de força e cercam policiais grevistas ampliando a tensão provocada pela greve na Bahia. Planalto avalia aumentar o contingente de homens e diz que não vai negociar piso salarial
Uma coisa é a reivindicação, que é um direito legítimo e constitucional. A outra é buscar o vandalismo, provocar pânico na população, o que é intolerável" disse José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça.

O agravamento da tensão na Bahia provocada pela greve geral de policiais militares e a ameaça de outros estados replicarem o movimento fez o governo federal endurecer ainda mais as ações contra a paralisação que completa oito dias hoje. De um lado da mesa, o Palácio do Planalto já fala em ampliar o atual contingente das tropas federais no estado, atualmente em 4 mil homens. Do outro, corporações de outras partes do país tentam intensificar a reivindicação por aumento salarial ensaiando ações semelhantes. Ontem, os grevistas chegaram a entrar em confronto com o Exército durante operação que cercou a Assembleia Legislativa baiana, utilizada como bunker pelos PMs. O conflito teve tumultos, disparos de balas de borracha, bombas de efeito moral e gente machucada.

Embora a tropa federal seja a maior já encaminhada a um estado em crise, o número de homicídios chega a 93 na região metropolitana de Salvador desde o início da paralisação. A presença dos policiais federais, da Força Nacional e das Forças Armadas não foi suficiente para diminuir um dos principais problemas no estado: o vandalismo. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, prometeu rigor na identificação dos responsáveis. "Uma coisa é a reivindicação, que é um direito legítimo e constitucional. A outra é buscar o vandalismo, provocar pânico na população, o que é intolerável", afirmou Cardozo.

A presidente Dilma Rousseff determinou ontem que o ministro faça tudo para manter a ordem na Bahia. O temor de que o movimento seja replicado pelo país é real. Na sexta-feira e no sábado, representantes de sindicatos e associações de policiais civis de vários estados se reunirão em Brasília, convocados pela Confederação Brasileira de Policiais Civis (Cobrapol). Policiais militares e civis do Rio de Janeiro farão uma assembleia na capital fluminense também na sexta. Nos dois encontros, a pauta é uma proposta de greve geral.